Veneza – Itália

Peguei a van logo cedo na estação de ônibus em direção a Veneza – Itália. Eu sempre compro os tickets online pois sai mais em conta e dá para se planejar melhor. Essa empresa que fui chama DRD e a viagem foi super tranquila.  www.drd.si Foram aproximadamente 2h30 de viagem até Mestre, aonde fiquei. Não optei por ficar em Veneza mesmo pois tudo é bem mais caro e tem menos opções, então compensa ficar em Mestre que é no continente e pegar o trem até Veneza. Já já explico mais. 

Estação de Mestre


Cheguei na estação e tinha visto que dava cerca de 15 minutos de caminhada até o Plus Camping Jolly mas na verdade não era. Estava com mochilão, me perdi, ninguém falava inglês, uma confusão só. Depois de meia hora caminhando achei um hotel e pedi para chamar um táxi, era a única solução. O hostel tem um espaço enorme para acampar, estacionar seu motorhome ou ficar em chalés – que foi a minha opção (eles tem até piscina, bar, restaurante e supermercado). A estrutura em si é bem legal mas o atendimento e localização deixam bastante a desejar, não recomendo. Do hostel em si saiam vans para Veneza toda hora mas tinha que reservar então eles me explicaram qual ônibus pegar para chegar até a estação de trem. O bilhete se compra em qualquer padaria ou mercadinho e é bem baratinho, o mesmo vale para o bilhete do trem de Mestre até Veneza. O percurso não dura mais do que 15 minutos e você chega bem na entrada da ilha. Dali pra frente é só a pé ou de gondôla, carro não passa (nem se quisesse, cada viela estreita hehe)


A primeira coisa que veio na cabeça foi os comentários que sempre ouvi do quão romântica é Veneza… Confesso que talvez por estar com as expectativas altas, a cidade me desapontou, de romântica não tem nadinha de nada mas achei muito divertido se perder pelas mil e umas vielas, Veneza é uma cidade única. 


Mapa é definitivamente algo desnecessário por lá pois com ele ou sem ele, você vai se perder e de repente se achar mas mesmo assim tinha um para me basear. Uma amiga minha, a Dani, tinha me dado umas dicas bem úteis como por exemplo não comprar nada na Piazza San Marco e realmente lá é tudo muito mais caro (diversas vezes vi coisas pelo dobro do preço). 

Piazza San Marco


Me perdi mais uma vez pra chegar da Piazza San Marco até a Ponte Rialto mas como disse, o divertido é exatamente isso. Chegando lá, me apaixonei pelas máscaras, foi impossível escolher uma só e acabei levando duas, uma mais linda que a outra e se coubesse na mala levaria mais. 

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Ponte Rialto
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Máscara de Veneza

Decidi parar pra comer e escolhi um restaurante em uma dessas vielas em frente a um dos diversos canais que cruzam a cidade toda, impossível lembrar o nome ou a localização. Depois fui pesquisar o preço das tão famosas gôndolas, afinal estava em Veneza e nada mais “tradicional“. Perguntei para diversos gondoleiros e os preços eram o mesmo em todo canto €100 por meia hora de passeio, isso mesmo, 100 euros. Já estava escurecendo e resolvi pensar no assunto, afinal ainda teria mais um dia inteiro por lá.

Gôndolas em frente a Piazza San Marco

Caminhei de volta para a estação de trem (depois de muito andar, se perder e se achar) e voltei para Mestre. Tinha sido um dia divertido e era hora de descansar pois no dia seguinte iria fazer um bate-volta em Verona (assunto pra um próximo post).

No outro dia de manhã já tinha deixado agendado a van de ida e volta até Veneza mas não valeu muito a pena pois ele te deixa em um terminal de ônibus um pouco longe da entrada e você tem que pegar um trenzinho que tem lá. Sai mais caro e é mais cansativo, enfim.  Minha dica é ficar em um hostel o mais próximo possível da estação de Mestre e ir de trem até Veneza, prático, barato e rápido.

Visita a uma exposição

A cidade é bem pequena e já tinha visto tudo no primeiro dia, hoje seria mais para curtir a vibe do lugar e relaxar. Passeei mais um pouco, tomei gelato (sorvete na Itália é a melhor coisa do mundo), comi uns enroladinhos de Nutella muito bom e decidi não fazer o passeio de gôndola. Isso mesmo, fui pra Veneza e não fiz o passeio de gôndola. Uma vez li um texto falando que não tem nada que seja obrigatório na sua viagem, pois a sua viagem é você que decide, e essa é uma das diferenças de um turista e um mochileiro.

Canudos de Nutella

Sabe quando não dá aquele estalo, aquela vontade mesmo, então. Os canais são super apertadinhos e diversas gôndolas se esbarrando, pra mim não pareceu cenário de filme de amor. Os barcos (vaporetto – equivale ao transporte público deles) que fazem passeios em volta da ilha também não são nada baratos, então se vier, já se prepare para gastar bem por lá. Acabei fazendo tudo a pé mesmo e escolhi comer em um restaurante mais legal ao invés de passear de gôndola (e não me arrependi). O restaurante era todo charmoso, bem típico italiano e com uma comida sensacional.

Depois do almoço fui comprar umas lembrancinhas e já estava na hora de partir pois teria que voltar para Mestre e de lá pegar um ônibus para o aeroporto de Treviso, outra cidade da Itália. O ticket do transfer pro aeroporto comprei em frente a estação de trem (da onde ele saia) e o trajeto não levou mais do que 40 minutos.

Ambulância

E esse foi o fim das minhas férias 🙂

Itália: CHECK!

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