Bali – Indonésia

A parte mais complicada para montar minha viagem para Bali foi achar informações de como ir de um lugar para o outro. Eu não gosto de seguir roteiros específicos ou pegar um guia para me levar para cima e para baixo então a solução foi contratar transfer para me locomover entre as vilas e uma vez nessas vilas, alugar scooter e conhecer a região por conta.

Do aeroporto, super lindo por sinal, peguei o transfer com o Ketut e fomos até Uluwatu ($15). A viagem levou 1 hora pois pegamos um trânsito na saída do aeroporto e na chegada a região de Uluwatu. Fizemos o check in no Ashana Hotel e ali mesmo alugamos uma scooter ($7) para ir ver o pôr do sol no Uluwatu Temple ($3 entrada).

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Uluwatu Temple

O tempo estava meio nublado mas o céu estava bem colorido mesmo assim. Uma coisa que me chamou a atenção, é que na religião hindu se a mulher estiver menstruada ela não pode visitar nenhum templo. Em todos que fui, vi placas e discretamente me perguntavam se eu estava. Pesquisei e descobri que é uma crença antiga e lógico que ninguém vai realmente conferir, mas por questão de respeito a religião alheia eu não entraria se tivesse – vai de cada uma.

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Regra número 4

O templo é cheio de macacos, cuidado com óculos, câmeras e seus pertences pois eles pegam mesmo e são meio agressivos. Tem funcionário por todos os cantos com estilingue para espantá-los. Ficamos lá até anoitecer e fomos jantar. Achamos um restaurante bem local, estilo self-service chamado Warung Heboh, super baratinho – foi $11 nós dois com bebida.

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Warung Heboh

No dia seguinte de manhã fomos para Finns Point ($0.50 entrada – sim toda as praias principais você paga para entrar) e até então eu não sabia que era praticamente impossível nadar ali – a praia é o paraíso dos surfistas. Fiquei ali pirando um pouco no pessoal pegando onda, acho lindo e admiro, mas não é para mim esse esporte.

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Finns Point

Fomos um pouco mais para frente com a scooter e achei que era outra praia quando era apenas outro caminho para a Blue Point ou Suluban Beach como eles chamam. As ondas são super fortes, fomos tirar foto e fiquei ensopada. Ali, só surfista!

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Sulaban Beach
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Trilha para a praia

Estava muito calor e queria nadar então fomos até Padang Padang Beach ($2) e ficamos por lá o resto da manhã. Ainda bem que chegamos cedo pois mais perto da hora do almoço começou a lotar de gente. A praia é bem bonita mas precisa ser mais cuidada – assim como várias outras que sempre tem uma garrafa ou um plástico.

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Padang Padang Beach

Voltamos para o hotel, ficamos um pouco na piscina e banho pois tínhamos agendado o transfer com o Ketut de novo para ir até Kuta ($15). Levamos uma hora de Uluwatu até Kuta. Fizemos check in no Rabasta Angkul Beach Inn, ele fica bem no centro, pertinho da praia. De lá fomos procurar um lugar para almoçar.

Vi um restaurante que parecia legal – e foi! Warung Damar é o nome. Vale super a pena ir, bom e barato. Demos uma volta nas lojinhas e na praia, achei bem normal e não entendi o que as pessoas fazem em Kuta além de festas a noite. A cidade é ok, bem turística, não é muito o que gosto, eu não recomendo. Ficamos na piscina do hotel um pouco e a noite fomos encontrar um amigo, o Bouba que mora em Perth mas estava com a família em Bali.

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Mie goreng e suco de melancia
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Nessa foto até parece que Kuta Beach é bonita

Enquanto esperávamos ele chegar de Seminyak, compramos uma cerveja Bintang ($2) e cider local para refrescar e fomos ver o sol se por na praia. Foi bonito. Bali é muito quente e úmido, eu estava derretendo, nem com o cabelo preso resolvia.

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Bali Cider + Bintang
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Pôr do sol meio nublado em Kuta Beach

Acabamos jantando no mesmo lugar que almoçamos já que era um ótimo custo benefício e bem no centro. Ficamos lá até tarde comendo e bebendo – happy hour, dois coquetéis por $8. De lá fomos em outro bar, tomamos outra e fomos para o hotel.

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Happy hour com o Bouba

 

No dia seguinte de manhã tomamos café num lugar que vendia panquecas Flapjack – bem ruinzinho – e pegamos o transfer até Ubud. Dessa vez foi um pouco mais caro o transfer, $25 e levou 1 hora até lá.

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Panquecas – a de queijo era bem ruinzinha

Fizemos check in no Swann Inn e alugamos scooter por $6 por dia. Primeira parada foi no Tegalalang Rice Terrace que fica cerca de 20 minutos de Ubud. Achei muito bonito o lugar. Tem vários restaurantes – com vista para os terraços – e lojinhas por lá, tomamos um côco no Loji e aproveitamos o wi-fi para ver o resto do trajeto. Não paga nada para entrar nos arrozais para minha surpresa, já que até praia tem taxa.

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Tegalalang Terrace

De lá continuamos por mais uma hora até chegar no famoso vulcão Mount Batur mas como já íamos fechar a escalada nele, decidimos aproveitar a Hot Spring que tem no pé do vulcão. No meio da estrada tinham uns seguranças que nos pararam e cobraram $2 para que pudéssemos continuar na estrada, lógico que não é nada oficial, mas acontece. Já ouvi relatos de pessoas que pagaram bem mais para policiais – nessas horas é bom dizer que é brasileiro, eles nos adoram.

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Mount Batur

Foi mais uma meia hora de descida até chegar na Batur Natural Hot Spring. A entrada custa 180k ($18) e inclui toalha, suco de boas vindas, locker e almoço então não precisa se preocupar em levar nada além do bikini. Ficamos por lá o resto da tarde e o almoço não podia ser diferente – chicken satay.

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Batur Natural Hot Spring
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Pausa para a foto

Na volta para Ubud, paramos no Pura Tirta Empul (IDR 15.000 – $1.50), um templo hindu aonde tem um local como uma piscina que as pessoas entram para se purificar e benzer. O lugar é bonito e a água super gelada, não entrei mas coloquei a mão. É uma fila e tanto dentro da água.

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Fila na água
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Pura Tirta Empul

Chegamos por volta das 5 da tarde no hotel, banho e fomos jantar no Cinta Inn. Super gostoso o lugar mas meio caro para o padrão da Indonésia – mesmo assim muito mais barato que a Austrália. De entrada a sobremesa, incluindo bebida alcóolica (cider bem gelada) gastamos $60 os dois, valeu super a pena e se forem lá não deixem de experimentar o purê de pesto, surreal de bom.

No dia seguinte ainda tínhamos a scooter e fomos até a Nung Nung Waterfall (IDR 20.000 – $2), uma das diversas cachoeiras da região e uma das mais lindas, fortes e cheias de energia que vi na minha vida. Levou cerca de 1 hora de viagem e mais 15 minutos de descida numa escada no meio do mato, super linda para chegar ao paraíso – e o melhor é que não tinha ninguém, era toda nossa.

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Trilha para a cachoeira
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Nung Nung Waterfall

A temperatura da cachoeira é normal, menos gelada até que o mar aqui da Austrália, para a minha surpresa. Ficamos lá curtindo a vibe e depois subimos em 10 minutos os 491 degraus  de volta – contados um a um por mim, o que ajudou a tornar a volta mais interessante.

Continuamos subindo sentido norte da ilha de Bali e depois de 1 hora chegamos no Pura Ulun Danu Beratan (IDR 60.000 – $6), um templo bem interessante na beira do lago. A região é cheia de morangos, compramos uma caixinha na estrada para comer no caminho.

 

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Pura Ulun Danu Beratan

O tempo começou a fechar e abortamos a missão de ir mais norte ainda e pegamos o caminho de volta. Passamos Ubud e fomos até a Tegenungan Waterfall (IDR 20.000 – $2), essa bem cheia e muito mais turística por ficar apenas meia hora de Ubud.

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Tegenungan Waterfall

Voltamos para a cidade e paramos em um restaurante do lado da Monkey Forest para comer. Não quisemos visitar a floresta por já ter visto macaco em diversos lugares, inclusive no restaurante que estávamos – eles estão por todos os cantos em Bali. Almoçamos no Maha Restaurant mas a pedida foi um hamburguer para variar o cardápio – confesso que pedi um chicken satay para acompanhar. O legal de Bali é também a variedade de sucos naturais, o escolhido do dia foi de melancia com canudo de bambu, muito interessante.

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Macacos por todos os lados
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Hamburguer e chicken satay

Demos uma volta no Ubud Market para ter noção dos preços e passamos o resto da tarde na piscina do hotel e acabamos conhecemos um casal de ingleses super gente boa – Sarah e Thomas. Da piscina fomos almoçar ali pertinho do hotel no Alit´s, barato mas ruim demais, não recomendo.

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Ubud Market

Acordamos tarde e fomos dar uma volta a pé no centrinho de Ubud. Passamos pelo Ubud Palace, pelo Ubud Market de novo e dessa vez aproveitamos para comprar umas coisinhas. Canga é super barato e cheio de opções por lá. Achei lindo um lugar que passamos pois ele estava sendo decorado para um festival que teria na semana seguinte. Ficamos um bom tempo ali observando o trabalho manual dos balineses e o capricho e atenção com o detalhe – eles até nos chamaram para sentar com eles, curti a experiência.

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Observando o trabalho manual dos locais

De lá fomos almoçar no Tropical e ficamos na piscina do hotel de novo, descansando pois no dia seguinte iríamos escalar o vulcão. Conseguimos por IDR 475.000 nós dois, algo como $48.

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Mie Goreng

A noite jantamos com os ingleses num restaurante delicioso e cheio de charme, Ibu Rai e definitivamente vocês tem que ir lá nem que seja só para comer a sobremesa. Eu pedi um petit gateau com sorvete de maracujá – que é caseiro, feito lá mesmo. O melhor que comi na minha vida.

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Sarah e Thomas
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Sorvete de maracujá caseiro – o melhor!

O tão esperado dia chegou, escalar um vulcão e ver o sol nascer do topo dele! O transfer nos buscou as 2 da manhã e as 4 estávamos no pé do vulcão tomando café da manhã – panquecas e café balinês – eles dão uma água pequena para levar e lanterna também. Vá com um tênis e roupa bem confortável e eu recomendo levar um moletom por mais quente que esteja pois na madrugada é bem gelado – passei um pouco de frio até começarmos a subida.

São 2 horas de subida sendo pelo menos 40 minutos bem íngremes, mas os guias fazem pausa a cada meia hora o que torna o trajeto mais tranquilo para quem não tem tanto preparo. São centenas de pessoas fazendo o mesmo caminho, então é bem tranquilo. Estava uma lua cheia maravilhosa, quase não precisava de lanterna para enxergar, foi lindo.

Uma vez lá no topo, escolhemos um lugar e ficamos curtindo aquele momento único. As fotos não fazem justiça ao o que os meus olhos viram, queria ficar ali para sempre. Uma vez que o sol apareceu, nos deram mais um café da manhã – pão de forma com banana, adorei, simples mas super gostoso.

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Nascer do sol no topo do Mount Batur

Para minha surpresa, o topo do vulcão é cheio de macacos e pudemos interagir com eles. Como não tinha comida, dei água na garrafinha para eles, fofos demais, aposto que vale mais a pena do que ir na Monkey Forest. Vimos também a fumaça quente que sai do vulcão, já que o mesmo ainda está ativo, a última vez que ele entrou em erupção foi há 16 anos.
O grupo que fomos era bem gente boa, tinham umas inglesas e mais um pessoal, o guia também era todo atencioso com todos.

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Dando água pros macaquinhos
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Meu amigo

Por volta das 10h30 da manhã já estávamos de volta ao hotel e tomando o terceiro café da manhã do dia. As 11hs o Ketut nos buscou para nos levar a Lembongan – uma outra ilha, bem menor que Bali. Primeiro fomos até Sanur – 1 hora de viagem e de lá pegamos o speed boat da Marlin Lembongan Cruise – 30 minutos até Lembongan. Fechamos todo esse pacote com ele (Ubud – Sanur, Lembongan ida e volta) mais o transfer até o aeroporto por $65 cada, talvez seria mais barato fazer por conta como sempre faço mas realmente a falta de informação sobre os transportes em Bali torna isso um pouco mais complicado.

Ficamos 4 dias em Lembongan e voltamos um dia antes do nosso vôo. Chegamos em Sanur as 3 da tarde e ficamos no Alia Home Sanur, pertinho da onde sai os barcos para a ilha. Como o vôo era só as 2 da manhã do outro dia, alugamos a scooter no hotel ($10) por um dia e meio e fomos explorar a região.

O mais engraçado foi que para cruzar a ponte de Sanur para a região sul de Bali tem uma via expressa só para scooters que a gente não viu, de repente estávamos na expressa de carro e tivemos que voltar na contramão. Sorte que deu tudo certo.

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Expressa para motos

Primeira parada foi em Nusa Dua na Geger Beach, uma praia bem famosa pelos diversos resorts. Não esperava muito pelo perfil do lugar, mas é uma praia super linda, mar limpo e cristalino e foi aonde comi um dos melhores chicken satays da viagem – e super barato também. O restaurante chama Yo Spas e é bem de frente para a praia.

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Geger Beach
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Melhor chicken satay com peanut sauce

Seguimos em frente até o Pura Dhang Kahyangan Gunung Payung, um templo super bonito com vista para o mar. Tem também uma trilha que leva até a Pantai Beach que fica lá embaixo mas não fomos pois já estava tarde. Em volta do templo ficam vários macaquinhos também, esses mais mansos e me pareciam não tão acostumados com pessoas pois nos viam e saiam de perto.

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Macaquinho
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Pantai Beach
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Pura Dhang Kahyangan Gunung Payung

Mais uma hora de viagem e chegamos de volta em Sanur, banho e cama pois já tinha sido um dia bem longo. No dia seguinte acordamos cedo para aproveitar o dia e fomos para o lado norte, primeira parada depois de quase 1 hora foi em Goa Lawah Temple (IDR 10.000 – $1). No valor da entrada já inclui o aluguel do Sarong, que é uma roupa obrigatória para entrar em qualquer templo por lá. Lá dentro, tem também uma caverna cheia de morcegos. Cheia!

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Muitos morcegos
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Goa Lawah Temple

Seguimos nosso caminho por mais uma hora até a Virgin Beach. Deixamos a scooter num estacionamento que tem lá e descemos a trilhazinha até a praia e pelo nome e pelo difícil acesso achei que seria uma praia bem privada – estava errada. Quando chegamos lá, tinha diversos quiosques na beira da praia com cadeiras te oferencendo massagem e etc. Andamos um pouco e ficamos no primeiro pois ele disse que era de graça a cadeira se consumíssemos algo – até chegar a conta e descobrir que tínhamos que comer e não só beber… Coisas de Bali, o de graça virou $2 por cada cadeira… enfim. A praia é bonita mas não muito limpa, vira e mexe sentia uns plásticos enquanto nadava, uma pena.

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Virgin Beach

Tentamos ir no Pura Besakih porém no mapa ele está errado mas vimos as placas e seguimos. Acredito que subimos com a scooter por uns 40 minutos e não chegamos. Chegou um ponto que era tão íngrime que foi impossível subir de scooter com garupa então subi a pé mas ainda estava muito longe e eu não estava me sentindo bem, tivemos que voltar, infelizmente.

Comecei a passar bem mal no caminho de volta, muita dor na barriga e estômago e foram quase 3 horas para chegar em Sanur de novo, bem cansativo. Mesmo com dor a fome era maior e fomos em um restaurante maravilhoso e super local Sari Bundo. Comemos bastante frutos do mar, suco natural e tudo que tinha direito e a conta deu $11 – pagamos $15 porque não podia acreditar no preço. Foi amor a primeira vista. Mesmo passando mal eu amei a comida lá, não deixem de ir.

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Sari Bundo – bom demais

No caminho de volta para o hotel, paramos no Monument Bajra Sandhi, num parque super legal e me impressionei em ver só locais e todos eles se exercitando e correndo, uma vibe bem boa já que o fim de tarde estava lindo. Voltamos para o hotel e ficamos por lá até o transfer chegar para nos levar para o aeroporto. 

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Monument Bajra Sandhi

Muita gente fala que Bali não tem praias bonitas e hoje eu discordo. O que acontece é que elas são as menos conhecidas ou com difícil acesso. Porém a maioria das praias que fui tem um grande potencial de ser poluída daqui uns anos por falta de cuidado com a limpeza. Em diversas praias que fui, lindas ou não, era possível ver ou sentir plásticos, copos na água, ainda em pouca quantidade mas me assusta em pensar como será daqui uns anos. Espero de verdade que a consciência ambiental chegue por lá pois em um país com quase 14 mil ilhas, não seria difícil perder a vaga de favorita para uma outra hoje menos conhecida e explorada. Eu curti muito Bali, é uma ilha barata, comida sensacional e um povo receptivo.

 

6 comentários sobre “Bali – Indonésia

  1. Cá, quero agradecer pela sua página. Eu e meu marido queríamos um roteiro interessante e diferente do que vemos sempre em outros sites de dicas e quando achei o seu, simplesmente amei! Segui a maioria das dicas, acrescentei algumas outras e não tive tempo de outras, mas no geral foi excelente para nós. Estamos ainda em Bali, mas precisava vir aqui te agradecer já. Paz e luz no seu caminho sempre! 🙏🏼😉

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