Nagoya – Japão

Primeira aventura sozinhos e de trem no Japão. Não sei se já disse em algum post anterior que tinha certeza que todos os japoneses falavam inglês sendo assim eu não teria problema algum de me comunicar, mas eu estava errada!

Primeiro passo foi comprar o ticket e foi na mimica que conseguimos dizer que queriamos um ticket de ida e volta para Nagoya e no maior estilo contando one, two, three, four, five que o atendente nos disse que a plataforma que sairia o trem era número 5. Me diverti e me preparei para o que viria. 

Plataforma 5

A viagem foi tranquila e em cerca de meia hora estávamos no nosso destino. Primeira parada: Nagoya Castle, única atração paga que fomos por aqui. Não preciso nem dizer que me apaixonei principalmente por ser tudo tão diferente do que tinha visto nos últimos anos morando na Europa. Castelo para mim era uma coisa bem diferente do que vi por aqui e por isso adorei, abriu minha cabeça.  

Nagoya Castle
Guardiões do castelo

Esse “golfinho” dourado tem em todos os castelos japoneses e outros prédios e curiosa como sou, fui pesquisar pra saber o porque e descobri que eles acreditam que ele é um talismã que os protege do fogo.  

Shachihoko – golfinho dourado

Já era hora do almoço e tinha ouvido que a Osu Street tinha diversas comidas de rua e lojinhas e decidimos ir lá conferir. Chegando lá, decepção. São lojas de roupas e nada de comida além de uns restaurantes em volta que estavam fechados por sinal, a solução foi a de sempre: Konbini (loja de conveniência). 

Osu Street

De lá seguimos para o templo que mais me emocionou no Japão. Pequeno, escondido e nem tão turístico, me encheu os olhos de lágrima quando vi essa enorme estátua no meio das árvores. Toganji Temple, guardem esse nome!

Toganji Temple – gratidão!
Emocionante

Próximo dali tinha um santuário e um outro templo que também pareciam bem interessantes: Santuário de Atsuta e Templo de Koshoji. 

Barris de sake
Atsuta Shrine

O santuário é o mais conhecido da cidade e fica dentro de um parque bem grande, muito bonito mas gostei mesmo do templo pois pela primeira vez pudemos entrar na parte que acontecem as rezas/cerimônias e deu para entender um pouco mais. 

Pagoda em frente ao Koshoji Temple
Parte interna do templo

Voltamos para a estação central e na hora de voltar pra casa acabou a bateria do wi-fi portátil! Foi uma aventura enorme ter que trocar de linha e saber a hora certa de descer. Isso é o que me dá prazer em viajar, descobrir que somos capazes de ir muito além do que pensávamos que podíamos. 

Chegamos são e salvos em casa e encontramos nossos primos e pensamos: aonde vamos jantar? Saímos sem rumo em Chiryu e achamos um lugarzinho bem típico, menu todo em japonês, daqueles que você senta no tatame e tira os sapatos chamado Bincho Ohgiya. 

Primos

Escolher a comida foi outra missão, o que parecia ser pra 4 pessoas dava pra apenas 2, umas carnes diferentes mas valeu a experiência. Acabamos descobrindo também uma nova bebida japonesa chamada Shochu, mais forte e interessante que o famoso sakê. Outro detalhe interessante foi que o garçom nos perguntou (e conseguimos entender depois de mimicas e algumas palavras em japonês) quem estava dirigindo e colocou um porta copos diferente para o motorista da rodada por ser totalmente proibido beber e dirigir. E aqui leis são leis, as pessoas obedecem e funciona 🙂

Proibido beber
Cardápio complexo
Shochu

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